sexta, 23 de fevereiro de 2018
Saúde
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Uma criança morre a cada 18 horas na PB por problemas de cardiopatia congênita

Lucilene Meireles com assessoria / 11 de junho de 2016
Foto: Divulgação
Em seis anos ( 2010-2015), 471 crianças morreram na Paraíba por complicações relacionadas à cardiopatia congênita, o que representa uma morte a cada 18 horas. Amanhã, quando os corações apaixonados comemoram o Dia dos Namorados, é também o Dia da Conscientização da Cardiopatia Congênita, um problema sério de saúde que exige cuidados desde os primeiros momentos de vida. A Associação de Assistência à Criança Cardiopata (AACC) Pequenos Corações realiza atividades por todo o País para chamar a atenção sobre a realidade da assistência deficiente. No Estado, a ação acontece nesta segunda, no município de Bayeux.

A presidente da AACC Pequenos Corações, Marcia Adriana Rebordões, ressalta a importância do diagnóstico precoce em mulheres que compõem o grupo de risco. Neste caso, o ecocardiograma fetal é recomendado ainda na gestação e o Teste do Coraçãozinho (oximetria de pulso), é feito no bebê logo após o nascimento. Ambos podem contribuir para detectar a cardiopatia.

“Merecem uma atenção diferenciada as mulheres acima dos 35 anos de idade, com outros filhos ou familiares próximos que tenham cardiopatias; gestantes com diabetes, hipotireoidismo, lúpus eritematoso sistêmico (LES) ou que apresentem doenças como toxoplasmose e rubéola, durante a gestação. Também aquelas que utilizam medicamentos anticonvulsivantes, anti-inflamatórios, ácido retinóico e lítio, por exemplo. A gestação de gêmeos ou de múltiplos e a gravidez por fertilização in vitro devem receber cuidados especiais”, explica.

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