sábado, 18 de novembro de 2017
Saúde
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Diagnóstico de esclerose múltipla ainda é desafio para médicos e pacientes

Bruna Vieira / 05 de agosto de 2015
Foto: Nalva Figueiredo
Ana Cristina Felipe começou a mancar em 2005, sem nenhum motivo aparente. Passou por vários médicos, fez diversos exames e os resultados não mostravam nada. Somente seis anos depois, a descoberta: esclerose múltipla. Diagnósticos incorretos esconderam a verdadeira doença.

“Um médico achou que era tireóide, outro depressão, hérnia de disco, problema no joelho. Ir aos médicos errados atrasou o tratamento”, contou a bancária de 40 anos, que faz parte do grupo de 212 pacientes tratados no Centro de Referência de Esclerose Múltipla da Paraíba.

É uma doença inflamatória do sistema nervoso, que causa problemas motores. O principal desafio é o diagnóstico. Por isso, a Academia Brasileira de Neurologia lançou uma campanha de conscientização sobre a doença durante este mês de agosto.

Somente a ressonância magnética de encéfalo apontou a esclerose e Ana pôde iniciar o tratamento. O medo e a vergonha vieram com a doença, que atinge de 15 a 20 habitantes entre 100.000 e afeta principalmente os jovens de 20 a 40 anos, tendo predileção pelas mulheres.

Leia mais sobre a doença no jornal Correio da Paraíba.

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