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Sistema penitenciário trata como atípico caso de garoto que entrou em presídio com celular

Redação / 19 de junho de 2017
Foto: Divulgação
O gerente do sistema penitenciário da Paraíba, João Paulo Barros, tratou como atípico o caso da criança que entrou no presídio do Róger com um aparelho celular na bermuda. De acordo com o gestor, a ocorrência não é comum e que a maioria dos pais e mães que frequentam as unidades prisionais respeitam seus filhos. Comente no fim da matéria.

“Nós não temos este tipo de fato como sendo rotineiro. Em sua grande maioria, as mães e pais respeitam as crianças, não as utilizando para este tipo de coisa. Temos a vigilância atenta, mas realmente historicamente, estatisticamente, não é rotineiro se utilizar de crianças”, explicou.

Apesar de o gestor afirmar que não é rotineiro, este não é o primeiro caso envolvendo crianças. Em 2015, uma mulher foi presa ao tentar na mesma unidade prisional com dois aparelhos celulares escondidos dentro da falda de uma criança de três meses.

Conselho Tutelar analisa os casos

Ainda de acordo com João Paulo, cada caso deste tipo é analisado. As crianças são destinadas ao Conselho Tutelar que irá tomar as providências cabíveis. No caso deste fim de semana, o garoto, que tem 10 anos, foi encaminhado para a residência de seu pai.

O gestor afirmou que não teve acesso ao depoimento da mãe, que foi autuada em flagrante e levada para a Central de Polícia, no bairro do Geisel. A mulher responderá a processo e pode pegar até quatro anos de cadeia.

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