segunda, 16 de julho de 2018
Justiça
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MPPB lança campanha contra violência doméstica com apoio da TV Correio

Ainoã Geminiano / 07 de março de 2018
Foto: Assuero Lima
“Não é amor. É violência” Esse é o tema da Campanha contra a Violência Doméstica, que será lançada no Dia Internacional da Mulher, pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), com apoio do Sistema Correio de Comunicação. A campanha será lançada com uma intervenção teatral, que vai acontecer às 10h da quinta-feira (8), no Shopping Tambiá, no Centro da Capital, com participação de atores da companhia de teatro Abner. A campanha também terá filmes para TV e redes sociais, produzidos pela produtora Castanhola, parceira do Ministério Público da Paraíba.

Durante a ação de lançamento, os atores montarão quatro cenas comuns na violência doméstica, em forma de quadros vivos (cenas estáticas). A ideia é que as pessoas reflitam sobre essas práticas e sejam conscientizadas que mulheres submetidas a essas situações não são amadas e sim violentadas. A iniciativa da campanha é do Núcleo de Políticas Públicas do MPPB, da Promotoria de Defesa dos Direitos da Mulher de João Pessoa e do Setor de Assessoria de Comunicação da instituição ministerial.

O subprocurador-geral de Justiça, Valberto de Cosme Lira, foi recebido nessa terça-feira (6), pela diretora executiva do Sistema Correio de Comunicação, Beatriz Ribeiro, pela diretora de Jornalismo, Sony Lacerda, e pelo gerente de Marketing do Correio, Ricardo Ramos, para ajustar detalhes sobre a parceria para divulgação da campanha. Para Valberto Lira, a ideia do MP é dialogar com a sociedade, estimulando não só as mulheres agredidas a buscarem ajuda e a denunciar os autores da agressão, como também conscientizado homens que agridem para que mudem de atitude e não reincidam no crime.

Já a promotora da Mulher, Dulcerita Alves, chama a atenção para atos de violência que, por causa da cultura do machismo, podem passar despercebidos. “É importante as famílias educarem suas crianças, tendo o respeito à mulher como princípio para a prevenção à violência e ao seu ápice, o feminicídio”, disse.

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