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João Pessoa
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Nuvens e as chuvas passageiras não afastam os banhistas e dia nublado também dá praia

Celina Modesto / 03 de agosto de 2015
Foto: Assuero Lima
Quem disse que a chuva atrapalha os planos de quem quer curtir uma praia? Seja para (tentar) pegar um bronze, se ela parar, ou para praticar exercícios físicos, muitos são os que não se deixam intimidar por causa da chuva – de preferência, passageira. Ontem, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) previa um dia de chuva com ventos variando entre fracos e moderados. Dessa forma, o domingo teve chuva e também sol, o que levou pessoenses e turistas às praias da Capital.

Este foi o caso das turistas Amanda Galvão e Aline Barasuol, que estavam ontem na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. A primeira é designer e mora no Rio de Janeiro. “Eu prefiro ir à praia com o sol ‘bombando’, mas estou aqui de passagem e não podia perder a oportunidade”, afirmou. Acostumada com as praias cariocas, a turista disse que pretende ir a outras praias do litoral paraibano. “Eu quero conhecer outras praias. Íamos ao litoral sul hoje, mas não deu certo e por isso estamos aqui”, contou.

Por sua vez, a mestranda Aline Barasuol veio à Capital participar de um congresso e acabou estendendo a permanência na cidade. “Eu prefiro ir à praia com nuvens. Eu me bronzeio muito fácil e já sofri bastante por causa disso. Então, gosto quando o tempo está nublado e vou à praia. Eu gostei muito de João Pessoa e já estou fazendo planos para morar aqui assim que possível”, disse.

Tempo chuvoso, tranquilidade no pedal

Dois dos quatro ciclistas entrevistados pela reportagem preferem pedalar com o tempo mais aberto, enquanto, para os outros dois, não tem “tempo ruim”. “Sempre olho a previsão do tempo antes de sair de casa. Se tiver mais de 70% de probabilidade de chover, eu não vou pedalar, mas se tiver só 50%, eu vou. O mais difícil é acordar quando está chovendo. Nesses meses, o tempo fica instável, mas se eu esperar que fique mais quente, só iria pedalar em setembro”, salientou o funcionário público Daniel Alves, que estava com a fonoaudióloga Luciana Pedrosa. “O pior é acordar mesmo”, concordou.

Por sua vez, a psicóloga Renata Toscano e o funcionário público João Paulo Camurça concordam que o mais importante é enfrentar a chuva. “Faça chuva ou faça sol, estou aqui. Costumo pedalar uma hora e meia por dia e cada tempo tem a sua vantagem. Com sol, a brisa é mais leve, mas tem mais pessoas praticando esportes e caminhando na calçadinha, que fica tumultuada. Quando chove, fica mais vazio e ficamos mais à vontade. Entretanto, o vento fica mais forte, então, temos de fazer mais esforço”, salientou, frisando que toma os mesmos cuidados seja com chuva ou sol forte. “Protetor solar e roupa sempre. Além de hidratação”, concluiu.

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