terça, 12 de dezembro de 2017
João Pessoa
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Com 125 anos, teatro Santa Roza concorre com o recém-inaugurado Pedra do Reino

Andre Luiz Maia / 23 de agosto de 2015
Foto: Assuero Lima
Com a inauguração do Teatro Pedra do Reino, no Centro de Convenções, e a entrega completa da reforma do Teatro Paulo Pontes, do Espaço Cultural, a classe artística e a população em geral volta os olhos para o Teatro Santa Roza, que permanece em reforma, sob responsabilidade da Suplan. No entanto, além da própria entrega do equipamento, outra questão pode ser levantada: com capacidasde de público muito menor do que os outros dois, qual seria o papel do Santa Roza no cenário cultural local?

Teatro histórico da cidade, o Santa Roza recebeu em sua história importantes espetáculos paraibanos, a exemplo de Navalha na Carne, Fogo Morto, A Bagaceira, A Farsa do Poder e Vau da Sarapalha. Recebeu também muitos espetáculos nacionais, contando em sue palco com a presença de grandes nomes como Fernanda Montenegro e Eva Wilma.

Há vários anos, no entanto, a tendência é que os espetáculos de grande porte, que almejam frazer um grande público, procurassem a pauta do Paulo Pontes, cuja capacidade é quase três vezes maior. E, agora, os produtores também devem procurar o Pedra do Reino, que é ainda maior.

Mas o Santa Roza também tem apelo popular, e a prova disso é que ele se tornou atravpes dos anos a casa tradicional da franquia sucesso de público Pastoril Profano. Enquanto ele está em reformas, o espetáculo da Companhia Paraibana de Comédia tem estreado no Teatro Paulo Pontes, mas, para o ator e diretor Edilson Alves, não é a mesma coisa. “O Santa Roza é um ambiente muito caloroso. Para nós, artistas, é e sempre será nossa casa”, declara.

Leia a matéria completa na edição deste domingo (23) do Jornal Correio da Paraíba. 

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