quinta, 24 de maio de 2018
João Pessoa
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Casos do acidente da BR 230 e atropelamento em Mangabeira estão concluídos

Redação com assessoria / 05 de julho de 2016
Foto: Assuero lima
A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia Especializada de Acidentes de Veículos (DEAV), divulgou nesta terça-feira (5), em coletiva de imprensa, o resultado das investigações e conclusão do laudo pericial do acidente ocorrido no dia 21 de maio na BR 230, envolvendo dois veículos, e que resultou na morte de três pessoas. De acordo com o delegado titular da especializada, Francisco Deusdedit Leitão, as perícias realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) da Paraíba deram subsídios técnicos para o descarte de uma disputa de velocidade envolvendo um terceiro veículo.

“Quando levantamos todas as informações, e com os resultados dos exames e laudos periciais, conseguimos chegar ao resultado da combinação de embriaguez e excesso de velocidade. O condutor do carro de marca Corola foi quem causou o acidente e ao perder o controle do veículo invadiu a pista contrária e colidiu com o outro carro, ocasionando assim a morte de três pessoas e outra ficou ferida. Não há o envolvimento de um terceiro veículo”, afirmou o delegado. Para a Polícia Civil, o caso está encerrado e ainda esta semana será relatado ao Ministério Público.

ATROPELAMENTO – No começo da tarde desta terça-feira, o delegado Francisco Deusdedit falou também sobre o indiciamento do responsável pelo atropelamento de uma adolescente de 13 anos, ocorrido no último dia 30 de junho no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

Segundo a autoridade policial, o condutor do veículo, Cícero Santos Cruz, de 52 anos, é apontado como responsável pelo fato. Ele se apresentou à Polícia Civil e foi ouvido e liberado, pois já não se tratava mais de um flagrante. O carro foi apreendido e encaminhado para perícia.

Em depoimento, o suspeito afirmou que no momento do acidente pensou que teria atropelado um animal. “Essa foi a versão que ele apresentou à Polícia e como não poderíamos mais efetuar a prisão em flagrante, ele foi liberado e agora responderá pelo crime de homicídio culposo, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro”, explicou Francisco Deusdedit.

 

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