quarta, 21 de fevereiro de 2018
Campina Grande
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AACD tenta soluções em Campina Grande para não fechar as portas

Renata Fabrício / 03 de Maio de 2016
Foto: Arquivo
A Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) negocia com a prefeitura de Campina Grande a uma solução para evitar que a unidade feche as portas, em menos de dois anos de atendimento. Atualmente a unidade, atende em média 600 usuários por mês dos estados da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Os custos da unidade, cerca de R$ 140 mil mensais, eram divididos entre a prefeitura e o Governo do Estado, mas após três meses de funcionamento, os repasses do Governo começaram a atrasar.

A prefeitura e a AACD assinaram na última sexta-feira, à portas fechadas, um protocolo de intenções para que a gestão municipal passe a custear em 100% o funcionamento da unidade. A formalização desse novo modelo de gestão deve ser feita quando a prefeitura e a entidade assinarem um contrato definitivo, previsto para acontecer ainda no mês de maio. Com a gestão da prefeitura, a unidade seria mantida em qualidade de atendimento, protocolo, pacientes e treinamento para o setor de recursos humanos.

Segundo a assessoria de comunicação da AACD, a unidade em Campina Grande segue operando normalmente. Segundo a Assessoria de imprensa, desde que a AACD foi idealizada, apenas duas unidades em São Paulo foram centralizadas e passaram a operar juntas, mas sem perda de pacientes.

A Secretaria de Comunicação Institucional do Estado informou que o convênio firmado era de responsabilidade da Secretaria de Planejamento, que informou que seria com a Secretaria de Saúde da Paraíba. A assessoria de imprensa informou que só poderia se posicionar sobre o caso hoje.

 

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